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FOTOGRAFIA CINEMATOGRÁFICA
PROFESSOR DIB LUTFI
Introdução e
noções de equipamento. A visão do fotógrafo. Conhecendo a camera.
Conceitos da fotografia cinematográfica. A luz e a sombra. Noções
gerais.
EM SETEMBRO - MATRICULAS ABERTAS
5 aulas
de 4 horas – Dois intervalos de 10 minutos
Dias:
21,22,23,24 e 25 de Setembro
Segunda a sexta
DAS
09:30 / 13:30
VAGAS: 20 alunos
VALOR DO MODULO: R$ 300,00 ( Pagamento em até 2 vezes.)
Sem matrícula
contato:
oficinas@tempoglauber.com.br
João Rocha -
(21) 2527-5840
O
PROFESSOR:
Dib Lutfi (Marília,
1936) é um
diretor de fotografia
e
cinegrafista
do
cinema
brasileiro.
Mudou-se para o
Rio de Janeiro
no fim da
adolescência.
Em
1957, começou
a trabalhar como
câmera na
TV Rio. Seu
primeiro contato com o
cinema se deu
num seminário promovido pelo Itamaraty em 1962 com o sueco
Arne Sucksdorff,
com quem trabalharia em seguida como
assistente de câmera
no
longa-metragem
"Fábula
- Minha casa em Copacabana" (1964).
Mas foi com "O
Menino da Calça Branca" (1963), de
seu irmão
Sérgio Ricardo,
que estreou como
cinegrafista
de
cinema.
O lema do
Cinema Novo
"uma
câmera na mão
e uma idéia na cabeça" não teria sido o mesmo sem este
cameraman e
diretor de fotografia.
Ele soube dar forma a idéias de diretores como
Nelson Pereira dos Santos,
com quem fez, entre outros, "Fome
de amor" (1968) e "Azyllo
muito louco"(1969), ambos premiados
com o Candango de melhor fotografia no
Festival de Brasília,
Arnaldo Jabor,
para quem fotografou "Opinião
pública" (1967), "O
casamento" (1975) e "Tudo
bem" (1978), também premiado em
Brasília, e
Ruy Guerra,
em "Os
deuses e os mortos" (1970),
igualmente premiado em
Brasília.
Graças a sua habilidade com
a
câmera na mão
foi chamado por
Glauber Rocha
para operar a
câmera de "Terra
em transe" (1967).
Fez a
fotografia ou
operou a
câmera de "ABC
do amor" (1966), de
Eduardo Coutinho,
"Edu,
coração de ouro" (1967), de
Domingos Oliveira,
"Os
herdeiros" (1970), "Quando
o carnaval chegar" (1972) e "Joana
francesa" (1973), os três de
Carlos Diegues,
"Como
era gosto o meu francês" (1970), de
Nelson Pereira dos Santos,
"A
lira do delírio" (1973), de "Walter
Lima Jr." e "Pra
frente, Brasil" (1981), de
Roberto Farias.
Foi seis vezes premiado no
Festival de Brasília
e quatro vezes pelo
Instituto Nacional de Cinema.
Em 2003, fez a câmera de "Harmada",
de
Maurice Capovilla,
que tem
direção de fotografia
de
Mário Carneiro.
Voltou a trabalhar com
Domingos Oliveira,
fazendo a
fotografia de
"Feminices"
(2004) e "Carreiras"
(2005).
Fez ainda a fotografia de "Vida
e obra de Ramiro Miguez" (2002), de
Alvarina Souza Silva,
e operou a câmera em "500
almas" (2004), de
Joel Pizzini.
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